sábado, 9 de março de 2013

A EPIDEMIA DESTE SÉCULO - O CANCRO





CANCRO
Tumor maligno em geral, especialmente formado por células epiteliais. Os cancros dividem-se em duas grandes categorias: carcinoma e sarcoma. A característica básica da malignidade é uma anormalidade das células, transmitida às células filhas, que se manifesta pela redução do controlo de crescimento e da função celular, conduzindo a uma série de fenómenos adversos em hóspede, através de um crescimento massivo, invasão de tecidos vizinhos e metástases (aparecimento de um ou mais focos morbosos secundários a outro primitivo com ou sem o desaparecimento deste).

Esta poderia ser a definição de “cancro” num dicionário médico comum. A verdade é que a maioria das pessoas normais, ao ler esta definição, não entenderam nada ou quase nada do que se disse. A realidade é que o cancro é uma das doenças mais comuns e mortais do mundo. Quando ouvimos falar dela, todos nós a relacionamos diretamente com a morte, o que, de certa forma, é algo lógico, já que o cancro mata mundialmente mais gente do que a SIDA, a tuberculose e o paludismo juntos. Gera uma média de 8 milhões de mortes anuais em todo o mundo. O cancro é uma das principais causas de mortalidade na nossa sociedade, estando acima das doenças cardiovasculares.  

Não obstante, o cancro presenta-se hoje em dia como uma doença vulgar. É normal conhecer alguém na nossa sociedade à qual tenha sido detetado ou diagnosticado um determinado tipo de cancro, por entre a grande variedade dos que podem existir e que, hoje em dia, já se encontram catalogados.


A ciência, a medicina oficial, por sua vez, já consegue diagnosticar a origem desta doença a partir do ponto de vista da alteração (nas suas muitas variantes) que origina o tumor ou a doença. Mas tem-lhe sido totalmente impossível gerar um diagnóstico adequado para a sua prevenção, já que não conseguiu nem sequer gerar uma hipótese sobre a origem desta doença, isto é, aquilo que provocou tal alteração no nosso corpo e que conduziu ao desenvolvimento desta patologia (a parte da teoria da herança genética e da “sorte casual” de que não nos toque a nós).

Muitas são as hipóteses desenvolvidas, sobretudo por “medicinas não oficiais”, chamemo-las “medicinas naturais”, sobre a possível origem desta doença, desde alterações alimentares, a algumas mais arreigadas, como o karma arrastado de outras vidas.

Dentro da nossa filosofia, nós consideramos que o homem é um todo, um ser completo, íntegro e composto por uma soma de muitas partes, o que faz da sua totalidade um ser incrivelmente complexo e maravilhoso. Deste ponto de vista, temos de prestar atenção ao facto de que, como criatura formada e desenvolvida por uma multitude de partes, assim como esta mesma alimenta o homem, também pode destruí-lo ou adoecê-lo se não lhe é conferida uma atenção adequada. O homem, como uma soma das partes, é a soma de todos os aspetos da sua vida: o social, o nutricional, o religioso, o emocional, o físico, o psíquico, o intelectual, etc.




Hoje em dia, este homem que somos é continuamente bombardeado, atacado e invadido por múltiplas agressões oriundas de diversas frentes. Temos o costume de acreditar que adoecemos unicamente devido à aquisição “fortuita” de um novo hóspede no nosso organismo, o qual não estava na nossa “lista de convidados” e se este não se comporta corretamente, não sabemos como expulsá-lo.

Esquecemo-nos normalmente, de que o nosso organismo é uma máquina perfeita, divina, dificilmente imitável, que se não se livrou em algum momento de alguma patologia, é possível e bastante provável, que seja porque não tem as ferramentas adequadas.

O nosso organismo é um mundo, uma terra fértil, na qual tudo é possível. Se nós o mimarmos, alimentarmos e cuidarmos com amor e de uma forma adequada, este florescerá e fortalecer-se-á de tal forma que nada nem ninguém poderá chegar a feri-lo nem a destrui-lo.



Vivemos, não obstante, num mundo repleto de agressões que nos ferem constantemente. Os maus hábitos alimentícios, o stress, a ansiedade, os ruídos, a música estridente, a contaminação, etc.. Estes e muitos outros, são elementos que provocam agressões contínuas e constantes no nosso organismo, que não fazem mais do que gerar uma significativa diminuição das capacidades adaptativas de cura do nosso organismo.


Existem mais de cem tipos diferentes de cancro catalogados, cada um deles apresenta uma série de características e propriedades próprias, ainda que, todos eles apresentem como característica comum, que o seu sistema imunológico, a primeira e mais poderosa defesa do organismo, tenha fracassado. O sistema imunológico está profundamente influenciado pelo modo de vida que levamos. Estatisticamente está provado que os doentes de cancro que experimentaram mudanças no seu estilo de vida a nível físico, espiritual e emocional para contrariar o que lhes levou a desenvolver esta doença, notaram melhorias e inclusive recuperações e curas assombrosas. O pôr em prática uma serie de hábitos sãos e simples, está reconhecido que atua, de forma positiva, sobre o organismo e, logo, sobre a cura da doença. Indivíduos que venceram cancro terminal consideraram uma série de orientações essenciais para sua cura:

1-Tratamento. O seguir um tratamento profissional e específico para a cura da sua doença.
2-Atitude. O tomar uma atitude forte de esperança e crer na cura.
3-Exercício. A importância de realizar exercício físico durante o tratamento de forma regular para estimular a melhoria.
4-Propósitos. Procurar uma meta que lhe gere um estímulo positivo.
5-Suporte social. Evitar as relações negativas e estimular os apoios através de grupos de ajuda.
6-Dieta e nutrição. Uma alimentação coerente e vegetariana estimula, de forma direta e efetiva, a cura.
7-Pensamento criativo. Métodos de meditação e concentração na cura projetam-nos nessa direção.
8-Espiritualidade. A visão da vida de uma forma diferente (não necessariamente religiosa). 



Se não consideramos de forma séria e responsável, o levar um estilo de vida são e coerente, as agressões prejudicarão pouco a pouco o nosso corpo, a nossa mente e o nosso espírito. Ainda que o nosso organismo seja uma máquina incrível, que oferece todos os seus recursos para solucionar os problemas que se lhe apresentem (ainda que não tenha as ferramentas), e aqueles que não possa solucionar os compense para que se gere o menor dano possível, a agressão continua e esta, ao ser constante, “mina a rocha mais dura”; no final, aparecerá a patologia e a doença.



Atuando de forma coerente, comendo de forma adequada, o nosso organismo, com alimentos frescos, fazendo desporto de forma regular, evitando o stress, os maus hábitos (tabaco, álcool, drogas) e alimentando-nos para além disso com coisas positivas para o corpo, para a mente e para a alma, como música, estudos, dança, poesia, pintura, etc., estamos a nutrir todo o nosso ser. O nosso organismo fortalecer-se-á até à mais pequena extremidade, sendo capaz de enfrentar a toda doença que se lhe apresente pela frente, pudendo realizar uma luta adequada e saindo vitorioso.      




Que o teu alimento seja a tua medicina e a tua medicina o teu alimento.


                                                                                                            DAVID





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